O Brasil representa
0,78%
da produção mundial de óleo de palma
O estado do Pará representa
85%
da produção nacional de óleo de palma
Consumo nacional é estimado em
1 mi t / ano
de óleo de palma
Indústria de palma de óleo gera
20 mil
de empregos diretos
Indústria de palma de óleo gera
60 mil
de empregos indiretos
Indústria de palma de óleo movimenta
R$ 3 bi
em salários e benefícios no Brasil
A palma de óleo (Elaeis guineensis) é uma palmeira de origem africana que se adaptou ao clima tropical da Amazônia brasileira, especialmente no Pará. Produz cachos de frutos ricos em óleo vegetal, com rendimento que pode alcançar 25 toneladas por hectare/ano de cachos de frutos frescos (CFF).
O óleo é extraído da polpa do fruto por meio de extração exclusivamente mecânica e contém carotenoides (vitamina A), tocoferóis (vitamina E), ômega‑6 e ômega‑9. Já o óleo da amêndoa (palmiste) compõe uma gama de aplicações industriais, especialmente na indústria química.
Popularmente chamada de dendezeiro, a palma de óleo foi trazida ao Brasil no século XVI, possivelmente por escravos para a Capitania de Pernambuco, mas seu cultivo comercial só iniciou na Amazônia a partir dos anos 1940. No país, foram desenvolvidos cruzamentos entre espécies, que resultaram em novos híbridos.
Atualmente, a cultura da palma está apoiada em base científica e segue regulamentação federal, como o Zoneamento Agroecológico da Palma de Óleo (Decreto 7.172/2010), que proíbe o desmatamento de vegetação nativa e determina a recuperação de áreas degradadas. A cultura também favorece a agricultura familiar, que já ocupa 39.099,08 hectares (13,81% da área total plantada), exercendo papel social relevante na geração de renda e inclusão rural.